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E o fim se aproxima, tanto em sagas quanto na vida real, que não precisava ter se tornado tão absurda. A religião pregando o individualismo sendo que o seu Deus ama a todos, as matanças, a devastação da flora e da fauna. E ainda culpam Deus de ter permitido tudo isso. Acho que Ele na verdade não está nem aí, preferiu não intervir na porcaria que se tornou o ser humano, creio que está com vergonha de nós. Sou simpático demais, alegre demais, infeliz demais, fã demais, careta demais, e as vezes hipócrita de mais.

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Não vou mais postar aqui, fim.
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O Bruxo e o Caldeirão Saltitante
Era uma vez um velho bruxo muito bondoso que usava a magia com generosidade e sabedoria para beneficiar seus vizinhos. Em vez de revelar a verdadeira fonte do seu poder, ele fingia que suas poções, amuletos e antídotos saíam prontos de um pequeno caldeirão a que ele chamava de sua panelinha da sorte. De muitos quilômetros ao redor, as pessoas vinham lhe trazer seus problemas, e o bruxo, prazerosamente, dava uma mexida na panelinha e resolvia tudo.
Esse bruxo muito querido viveu até uma idade avançada e, ao morrer, deixou todos os seus bens para o único filho.   O rapaz, porém, tinha uma natureza bem diferente da do bom pai.  Na sua opinião, quem não sabia fazer mágicas não valia nada, e ele muitas vezes discordara do hábito que o pai tinha de ajudar os vizinhos com sua magia.
Quando o velho morreu, o jovem encontrou escondido no fundo da velha panela um embrulhinho com o seu nome.  Abriu-o na expectativa de ver ouro, mas, em lugar disso, encontrou uma pantufa grossa e macia, pequena demais para ele e sem par. Dentro dela, um pedaço     de pergaminho trazia a seguinte frase: "Afetuosamente, meu filho, na esperança de que você jamais precise usá-la." O filho amaldiçoou a caduquice do pai e atirou a pantufa no caldeirão, decidindo que passaria a usá-lo como lixeira.
Naquela mesma noite, uma camponesa bateu à porta da casa.
— Minha neta apareceu com uma infestação de verrugas, meu senhor.  O seu pai costumava preparar uma cataplasma especial naquela panela velha...
— Fora daqui! — exclamou o filho — Quem e importam as verrugas da sua pirralha?
E bateu a porta na cara da velha. Na mesma hora, ele ouviu clangores e rumores que vinham da cozinha. O bruxo acendeu sua varinha e abriu a porta, e ali, para seu espanto, viu que brotara um pé de latão na velha panela do pai, e o objeto pulava no meio da cozinha fazendo uma zoada assustadora no piso de pedra.   O bruxo se aproximou admirado, mas recuou ligeiro quando viu que a superfície da panela estava inteiramente coberta de verrugas.
— Objeto nojento! — exclamou ele, e, com feitiços, tentou primeiro fazer desaparecer o caldeirão, depois limpá-lo e, por fim, expulsá-lo de casa.   Nenhum dos feitiços, porém, fez efeito, e ele não pôde impedir o caldeirão de segui-lo saltitante para fora da cozinha, e depois subir com ele para o quarto, alternando batidas surdas e estridentes a cada degrau da escada de madeira.

O bruxo não conseguiu dormir a noite toda por causa das batidas da velha panela verrugosa ao lado de sua cama, e, na manhã seguinte, a panela insistiu em acompanhá-lo, aos saltos, à mesa do café-da-manhã. Plem, plem, plem fazia o pé de latão, e o bruxo ainda nem começara o seu mingau de aveia quando ouviu outra batida na porta.
Havia um velho parado na soleira.
— É a minha velha jumenta, meu senhor — explicou ele.   — Perdeu-se ou foi roubada, e sem ela não possuo levar os meus produtos ao mercado e minha família passará fome hoje à noite.
— Com fome estou eu agora! — bradou o bruxo, e bateu a porta na cara do velho.
Plem, plem, plem fez o caldeirão no chão com aquele seu único pé de latão, mas agora o estrépito se misturava aos zurros de um jumento e aos gemidos humanos de fome que vinham de suas profundezas.
— Pare! Silêncio! — guinchou o bruxo, mas todos os seus poderes mágicos não conseguiram       calar a panela verrugosa, que o seguiu saltitando o dia todo, zurrando e gemendo e clangorando, aonde quer que ele fosse ou o que quer que fizesse.
Naquela noite ouviu-se uma terceira batida na porta, e ali, na soleira, estava parada uma jovem mulher soluçando como se o seu coração fosse partir de dor.
— O meu filhinho está gravemente doente — disse ela. — Por favor, pode nos ajudar? Seu pai me disse para vir se tivesse algum pro...
Mas o bruxo bateu a porta na cara da jovem.
E agora a panela atormentadora se encheu até a borda de água salgada e derramou lágrimas por todo o chão enquanto pulava, zurrava, gemia e fazia brotar ainda mais lágrimas. Embora, pelo resto da semana, nenhum outro aldeão tivesse vindo à cabana do bruxo buscar ajuda, a panela o manteve informado dos seus muitos males. Em poucos dias ela não estava apenas zurrando, gemendo, transbordando, pulando e brotando verrugas, mas também engasgando e tendo ânsias de vômito, chorando como um bebê, ganindo feito um cão e cuspindo queijo estragado, leite azedo e uma praga de lesmas vorazes.
O bruxo não conseguia dormir nem comer com a panela ao seu lado, mas ela se recusava a sumir dali, e ele não podia silenciar nem forçar o caldeirão a parar.
Por fim, não aguentou mais.
— Tragam-me todos os seus problemas, todas as suas preocupações e todas as suas tristezas! — gritou, fugindo noite adentro, com a panela perseguindo-o aos saltos pela estrada que levava à aldeia. — Venham! Deixem que eu cure vocês, recupere vocês e console vocês! Tenho a panela do meu pai e vou remediar tudo!
E, com a detestável panela ainda a persegui-lo saltitante, ele correu pela rua principal lançando feitiços para todos os lados. Dentro de uma casa, as verrugas da garotinha desapareceram enquanto ela dormia; a jumenta perdida foi trazida de um urzal distante e suavemente deixada em seu estábulo; o bebê doente foi umedecido com ditamno e acordou bom e rosado. Em todas as casas em que havia doença e tristeza, o bruxo fez o melhor que pôde, e gradualmente a panela ao seu lado parou de gemer e ter ânsias de vômito, e sossegou, reluzente e limpa.
- E então Panela?   — perguntou o bruxo trêmulo, quando o sol começou a despontar.
A panela arrotou o pé de pantufa que ele havia jogado em seu fundo, e permitiu que o bruxo o calçasse em seu pé de latão. Juntos, eles regressaram à casa, os passos da panela finalmente abafados. Mas, daquele dia em diante, o bruxo passou a ajudar os aldeões exatamente como fazia seu pai, antes dele, para que a panela não descalçasse a pantufa e recomeçasse a saltitar.



Os Contos de Beedle, O Bardo. 
J.k. Rowling

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Madrugada.
Resolvi mudar. 
  Decidi não deixar de lado esse endereço que pouco uso no dia-a-dia, afinal, ele é o único que não me dá trabalho no quesito "conexão com a internet", se é que vocês me entendem. Vou reativar o blog e pretendo postar diariamente algo novo, qualquer coisa que tenha marcado o meu dia. Quem sabe um dia quando voltar aqui possa lembrar de algumas coisas que aos poucos se perdem na memória. O blog vai virar uma espécie de diário, mas um diário em aberto, com minhas opiniões e lembranças pessoais, assim quem não quiser realmente me conhecer poderá descobrir coisas sobre mim e sair falando por aí - brincadeira. Buscarei sempre usar a ortografia correta, já que torna mais culta a escrita.  
  Hoje, segunda-feira, dia 25 de julho de 2011 às 03:00 a.m. eu vos escrevo apenas para dar esse boletim breve. Não critiquem se postar mais de uma vez durante o dia, se existirem erros de formatação ou coisa parecida, sou humano e erro como todos os demais. Como diria uma amiga de uma amiga minha: Se veio para criticar algo que escrevi usando como base suas opiniões nem se dê o trabalho pois aqui é o lugar de expressar as minhas - salvando o fato dos comentários construtivos que são sempre aceitos . Enfim, espero que gostem do que encontrarem aqui e se possível que me avisem ao notar algum erro de ortografia e/ou de concordância.
- Duvido que vá fazer muita diferença - disse a Profª Minerva com frieza -, a não ser que o louco da machadinha esteja esperando aí fora para matar o primeiro que sair para o saguão.
Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, página 171, 30ª linha.
  



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Carta ao fulano.

Escrevo-te essa carta esperando que ela extravie ou que não tenhas tempo para lê-la. Não que eu tenha o costume de te escrever sabendo que não irá me responder - atitude tal que você já deve ter pensado sobre - mas, sei que é uma pessoa muito ocupada. Necessito de alguém que apenas leia o que escrevo e aprenda algo sobre a vida e suas barreiras. Talvez não aprenda nada. É de costume que  pessoas que recebem cartas anônimas não se darem ao trabalho de respondê-las. Enfim, o que vim lhe dizer é que chorei, chorei muito por sinal. Não por algum motivo banal ou por um amor não correspondido - que creio ser um motivo banal para derrubar lágrimas já que nunca tive sentimento parecido por alguém -, apenas por saber que minha segurança está por um fio.  Eles descobriram aquilo que havia te contado um tempo atrás, aquele meu "segredo" que escondia a todo custo de meus familiares. Esse é o problema: meus familiares ficarem sabendo pelas más línguas. Não conheço pessoa nessa maldita cidade que não goste de uma boa fofoca, quem sabe seja exagero meu, talvez isso ocorra apenas em minha vila em questão. Tenho medo, medo de não ser aceita mais em minha própria casa por algo que não foi opção minha escolher, pois  se fosse teria marcado a alternativa oposta do formulário inexistente na época que descobri. Fico confusa pensando na real motivação das pessoas ao me redor para que me façam todo esse mal, não me lembro de ter ferido alguém para merecer tal castigo. Terei eu mesma que contar para meus parentes sobre aquele "segredo", e assim, ele deixará de existir. Antes disso esse maldito me faz ficar temerosa sobre o meu futuro, tudo é tão incerto agora, não sei mais o que fazer de minha vida. Tomara que demorem a chegar. Tenho mais tempo então para formular o jeito certo de juntar as palavras e despejar tudo sobre eles da maneira mais suave que conseguir. Suave não é a palavra certa a ser usada, mas dane-se, o mundo é errado e as pessoas também são. Vou parar por aqui para não tomar mais do seu tempo. Deseje-me sorte.

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Tudo em apenas um segundo.



Se você é do tipo de pessoa que sempre fica se perguntando o porquê de tudo acontecer, e fica em conflito incessante para tentar achar uma maneira ou teoria que possa provar o real motivo de tanta coisa ruim acontecer quase que ao mesmo tempo, você é alguém como eu. Catástrofes climáticas e ambientais, guerras internas e o preconceito sobre as supostas "raças" existentes. Tudo acontecendo muito rápido e de maneira que poucos realmente conseguem entender o que se passa, que a guerra não está realmente relacionada no preconceito em si, e sim na necessidade que o ser humano aprende a ter dês de pequeno em ser mais que o próximo, de ser melhor. Nem a metade dos fatos ocorridos ultimamente teriam se concretizado se a população em um geral começasse a refletir melhor sobre seus atos, suas escolhas e seus direitos. É claro que para isso seria necessária uma mudança drástica no ensino, já que atualmente vivemos em uma sociedade onde os supostos políticos que a todo custo tentando extrair qualquer moeda que seja dos bancos de todas as cidades querem nos ver em situação de total ignorância. Ora, assim fica mais fácil para qualquer  um que tenha uma escolaridade um tanto elevada chegar e nos enfiar garganta abaixo o que - na opinião corrupta e errônea do tal -  é "bom" e o que é "necessário". E como toda e qualquer ação tem uma reação, se continuarmos permitindo que esses canalhas fiquem nas cadeiras estofadas dos senados de nosso país não poderemos cobrar deles algo que não lhes é cabível, não poderemos cobrar algo que foram criados para não fazer, dar oportunidade ao próximo. Claro, como disse, dês de pequenos aprendemos que vencer na vida e ganhar rios de dinheiro são as coisas mais importantes, e beber muita cerveja como insinuam as propagandas. O ser humano não está nascendo para viver, e sim para conseguir sobreviver enfrentando todas as batalhas diárias que a sociedade os impõe. A conscientização de que estamos rumo ao extermínio geral é quase que inevitável, não por causa do Apocalipse bíblico como muitos afirmam, mas sim da revolta do nosso próprio meio ambiente e de nossos semelhantes. Por isso acredito que um voto mesmo que singelo pode quem sabe mudar o futuro de muita gente, ou apenas auxiliar para que a expectativa de vida seja maior, já que não vi ninguém eleger alguém disposto a lutar com garras e dentes para a salvação do planeta em si. Faça a sua parte, siga as regras de boa conduta, recicle e seja cuidadoso com o meio que vive. Quem sabe assim o estresse não te consume e você não surta, por consequência atropelando uma rua lotada de ciclistas.
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O Melhor das Férias
Porque algo de bom deve ter acontecido.



 Tópaz - III
 O melhor albúm que eu já encontrei de classic rock, e o melhor, nacional. Músicas como "Trem", "Música sem nome" e "Ele merece" são simplesmente perfeitas, vale à pena ir ao site e baixar o novo CD deles, o intutulado "III", Falam superação, amor e vários outros assuntos do cotidiano de um modo único e incrivelmente poético. 


Resident evil 2 & Resident evil 3 - Nemesis
Resident evil 2
Resident evil 3 - Nemesis.












Os clássicos, os memoráveis, os assustadores. Sim, esse combo foi e sempre será o melhor para quem como eu não tem muitas ocupações nas férias e finais de semana. Sustos fortes e zumbis surgindo do nada, nada da frescura de zumbis fluentes em espanhol de "Resident evil 4", além de uma jogabilidade considerada por mim umas das melhores entre os jogos antigos. Quem tiver a oportunidade de ter os CDs dos dois jogos e um bom emulador para jogá-los no computador aconselho, ou quem não tiver que os baixe, vale super á pena.


GLEE - Segunda temporada.
Imaginem um coral de desajustados, de pessoas que diariamente tentam ser aceitas pela sociedade. Glee é um seriado que já está em sua segunda temporada, o elenco mudou um pouco, e acumularam vários prêmios e records. Se você quer ouvir clássicos e até músicas atuais com versões muito legais além de um enredo perfeito eu aconselho essa série, vale super à pena.



Kick Ass
"Kick Ass" e "Hit Girl"
Um dos melhores filmes que já assisti em relação ao assunto super-herói, simplesmente fantástico. Conta a história de um garoto que resolve ser super-herói já que ninguém nunca pensou nisso e por estar cansado de ler seus quadrinhos e ver tantas pessoas sendo salvas pelos heróis da ficção e na realidade nada acontecendo contra os ciminosos. Creio que pelo final do filme tenha uma sequência (filme dois), mas mesmo assim, recomendo.


É isso minha gente, depois de um bom tempo sem postar nada resolvi fazer um post dedicado aos filmes/seriados/jogos que me ocupei nas férias, e sobre música é claro. Desculpem pela demora para postar, como está escrito na barra lateral os posts serão frequentes a partir da primeira semana de aula.  

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Natal, Virada do ano e perder um mês de férias.
Sim, estou revoltado com algumas coisas que aconteceram comigo na virada do ano e em janeiro, e vou obrigá-los a me escutar, ou não.


     E lá estava eu em mais um dia comum comendo um pedaço de chester calmo e sereno quando alguém entrou na varanda onde estávamos, UM INTRUSO NA CEIA DE NATAL. Isso mesmo, sabe aquela pessoa que você não vê a uns três anos e de repente só porque é amigo do seu padrasto simplesmente brota do chão e aparece na sua casa JUSTO na véspera do natal. Sim, eu odeio intrusos ou pessoas surgindo na hora da refeição, me sinto desconfortável ao comer e ver alguém que nem da familia é ali sentado apenas olhando, me reparando. E o pior não foi isso, o pior foi ter que ficar ouvido a dita cuja da pessoa conversando com meu padrasto por quarenta e cinco minutos sobre "adicção", aquela coisa que pessoas que frequentam os Narcóticos Anônimos vivem falando sobre, de "como se controlar diariamente para não retornar às drogas". Digamos que minha ceia tranquila se tornou uma sala de N.A., o que me deixou irritado pois até hoje não vejo nexo em ficar mais de duas horas em uma sala com outros possíveis ex-drogados falando sobre as "dificuldades" de se manter limpo. Acho que recuperação é uma coisa que você só consegue se quiser, não se um bando de loucos ficarem falando as coisas mais absurdas que faziam/pensavam quando usavam drogas. Enfim, meu natal não foi nada agradável, e no parágrafo abaixo falarei sobre minha "virada" de ano.
     Sai do computador para tomar banho, isso às 19:00 horas do dia 31, e ao voltar pedi para meu padrasto que trocasse a tomada da sala para o meu quarto, já que o plug dela era compativel com o do meu estabilizador e eu não precisaria usar um tê de tomada para ligar meu computador. Ele em menos de meia hora já havia trocado a tomada e eu muito esperto pensei: "Vou desconectar o gabinete e o monitor e ligar apenas o estabilizador na tomada, se estragar, estraga apenas o estabilizador." e então desconectei os dois do estabilizador. Como todos sabem os plugs macho tanto do estabilizador quando do monitor e do gabinete são iguais, já imaginaram a cagada que eu fiz? 
     Sim, eu larguei os três plugs no chão e quando peguei um deles e  mal encostei ele na tomada só ouvi o aquele barulho de eletricidade quando algo circuita sabe, adivinham o que eu fiz? Isso mesmo, em vez de pegar o plug do estabilizador apenas e colocá-lo na tomada eu peguei "sem querer" o do gabinete, e assim como vocês podem imaginar, queimei a fonte do meu computador em pleno dia 31 de dezembro.
     Não pude dar o costumeiro "feliz ano novo" para todos que estavam online naquele dia, assim como nos dois dias seguintes pois sábado era feriado de ano novo e domingo nada abre em minha cidade. Comecei o ano mal e com um gasto de cem reais, veja se eu posso com isso. 
     Não contei a pior parte de tudo isso? Minha mãe e minha irmã pequena de sete anos ficaram aqui durante esse tempo me incomodando e rindo de mim por ficar preocupado com meu computador, claro, não foram elas que pagaram. Além disso, o que era para ser uma visita de natal e ano novo se prolongou, estão aqui em casa faz um mês. Um mês sem intimidade em minha própria casa e sem poder aproveitar as noites no skype com os amigos porque elas estão dormindo no quarto ao lado.
     OBRIGADO SENHOR JESUS, eu realmente mereci tudo isso por pegar provão e tirar oito pontos sendo que precisava de quatro e meio para passar, mas ainda te amo. ♥




Esse post foi mais um desabafo do que uma mensagem para se carregar a vida toda, como nós bloggers sempre tentamos passar. Comecei o ano fodido e queria que vocês ficassem sabendo, mesmo eu já tendo contado para a maioria dos meus amigos esses episódios que me aconteceram. 

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